quinta-feira, 8 de julho de 2010

"Trololó" afasta Barbeiro.

Gabi ocupa lugar de Heródoto na Cultura

Nada a ver com os méritos - e nem com a independência, coisas que ela tem de sobra – de Marília Gabriela para ser a nova apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura. Mas é estranho que o afastamento do jornalista – que o apresentava desde fevereiro de 2009 e, antes, em 94 e 95 – tenha acontecido logo depois de ter insistido com o candidato José Serra na questão dos preços dos pedágios paulistas. Vejam no video que republico aí em cima.

Não é desconhecido entre os jornalistas de São Paulo o terror provocado por certos telefonemas a altas horas para as redações pedindo cabeças. Barbeiro, de quem nunca se falou ser um profissional hostil a Serra, contou sua própria experiência como usuário das rodovias e recebeu como resposta que “o pedágio não é caro, não” e que isso era “trololó petista”.


Curiosamente, hoje, Geraldo Alckmin, candidato tucano ao Governo de São Paulo, defendeu a revisão do pedágio das rodovias paulistas na região de Campinas. Deve ser por causa do trololó.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Profissão Cidadão

Por Cátia Toffoletto

Ouçam a entrevista: http://bit.ly/aqSf1r

terça-feira, 29 de junho de 2010

Após apanhar de vereador, jornalista teme por sua vida

Kirrarinha deu tapa na cara de repórter dentro de delegacia, em Pontes e Lacerda

BRUNO GARCIADA REDAÇÃO

A jornalista Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda (448 km a Oeste de Cuiabá), disse estar indignada por ter sido agredida, na manhã desta segunda-feira (28), pelo vereador Lorivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), o "Kirrarinha".

A repórter disse temer por sua vida e as de suas filhas. O fato aconteceu quando a Márcia tentava uma entrevista dentro do Cisc da cidade, onde o parlamentar prestava depoimento. "É um absurdo o que aconteceu. Estava trabalhando, não tem justificativa para essa atitude", declarou.

Márcia Pache vem fazendo uma série de denúncias contra o vereador Kirrarinha, que está sendo investigado pela Polícia Civil - inclusive, pela manhã ele prestava depoimento sobre esses casos.

Segundo a jornalista, ele é acusado de obter procuração para receber aposentadoria de uma idosa e ficar com o dinheiro. A outra acusação é de ter autorizado a invasão de um imóvel, dentro do conjunto habitacional Tuiuiú, construído pelo Governo do Estado na cidade.

Ela contou que, quando começou a fazer as matérias denunciando esses casos, a população da cidade avisou que a repórter poderia sofrer represálias. Márcia contou que o vereador já agrediu o jornalista Celso Garcia, da TV Record.

"A população tem medo do Kirrarinha. Ele tem fama de aterrorizar a cidade. Fiz as denúncias, mas nunca ultrapassei o lado profissional. Ao que parece, ele levou as denúncias para o lado pessoal, tanto é que me agrediu", disse.

A repórter já prestou queixa contra o vereador, por agressão e injúria. Ele foi ouvido pelo delegado Algoziu Romeu Brizola. Márcia Pache ainda informou que estuda a possibilidade de processá-lo na esfera cível, onde pedirá uma indenização por danos. A agressão foi registrada pela equipe de reportagem, que acompanhava Márcia.

Manifestação

Nesta noite, vários veículos de imprensa da cidade irão fazer uma manifestação em frente à Câmara de Vereadores de Pontes e Lacerda e solicitar providências do Legislativo. Será solicitado ao presidente da Câmara, vereador Claudinei Cela, o "Ferrugem", a abertura de um processo para investigar a possível quebra de decoro parlamentar por parte de Kirrarinha, o que poderá provocar a cassação do seu mandato.

Repúdio

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT), por meio de nota, rechaçour a absurda agressão, colocar a assessoria jurídica da entidade à disposição e prestar solidariedade à repórter. A entidade lamentou que, em pleno Século XXI, profissionais da imprensa ainda sofram esse tipo de intimidação, desrespeito e atentado contra a integridade física.

O Sindjor ressalta que, mesmo nas situações em que os ânimos estejam acirrados, é preciso manter o respeito pelo cidadão e pelos profissionais."

O Sindjor-MT acredita que a Câmara Municipal de Pontes e Lacerda não vai se omitir diante de tamanho absurdo e tomará as devidas providências, para que isso não se repita, levando em conta, inclusive, que esse vereador já agrediu a um outro repórter da TV Record. Uma pessoa que se presta a esse tipo de atitude não merece o respeito da sociedade e muito menos o voto de um cidadão", diz a nota.

Veja o vídeo:




Matéria retirada do site Mídia News: http://bit.ly/cWCOGK

domingo, 27 de junho de 2010

Políticos explicarão à São Paulo seus critérios para gastar o dinheiro público

Voluntários do Movimento Voto Consciente que atuam na Câmara Municipal de São Paulo acabam de conseguir um feito inédito. Os vereadores das Comissões de Saúde e Finanças aceitaram o pedido do Voto Consciente para explicar – em audiência aberta ao público a ser realizada no dia 9 de agosto às 10 horas no plenário da Câmara Municipal de SP – como foram definidas as prioridades na LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias. Ou seja, os políticos contarão como o dinheiro público será usado e que critérios usaram para nortear suas escolhas.

Estarão presentes no seminário os secretários de Planejamento e da Saúde da Prefeitura de São Paulo. “É a primeira vez na história da cidade que ocorre uma prestação de contas desse tipo. A população precisa comparecer e se mobilizar para fiscalizar o poder público”, afirma Sonia Barboza, coordenadora dos trabalhos do Voto Consciente na Câmara Municipal de São Paulo.

Movimento Voto Consciente
contato@votoconsciente.org.br
Tel: (11) 5641-3769

domingo, 20 de junho de 2010

Barulho: queixas ao 190 crescem 226%



Moradores das zonas leste e sul de São Paulo respondem por 60% dos chamados; de sexta-feira a domingo, Polícia Militar recebe em média 1.118 reclamações
Filipe Vilicic e Marcelo Godoy - O Estado de S.Paulo
O barulho incomoda cada vez mais o paulistano. E, como chamar o síndico ou a Prefeitura nem sempre é eficaz, o jeito é apelar para a polícia e recorrer ao 190. O resultado disso está nas chamadas atendidas nos fins de semana pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) - e na explosão de reclamações por causa dos decibéis das festas, cantorias, bebedeiras, rezas e até rojões. De 2006 a 2010, os casos de "perturbação do sossego" cresceram 226%.
O Estado passou uma noite acompanhando o trabalho dos homens do Copom. Era uma sexta-feira fria e, mesmo assim, as telas de computadores do setor de despacho de viaturas receberam 448 chamados por causa de barulho. Se fosse um dia quente, esse número seria muito maior. Casos de perturbação do sossego crescem de 392 em média durante a semana para 1.118 de sexta-feira a domingo.
O problema é que cada vez mais um serviço que deveria atender emergências, como roubos com reféns, é usado para mediar conflitos causados por vizinhos barulhentos. Há, por exemplo, reclamação contra morador de favela que fecha rua para fazer festa. Só com apoio policial os moradores do Condomínio Horto do Ipê, no Morumbi, zona sul, conseguem chegar em casa. Ou jovens que fazem um quarteirão inteiro escutar a música de seus carros estacionados em um posto de gasolina de São Miguel Paulista, na zona leste.
"As queixas de barulho já ultrapassaram os crimes contra a pessoa - como homicídios e lesões corporais - entre as chamadas mais atendidas pela PM", confirma o comandante do Copom, major Ulisses Puosso. E hoje só perdem nos fins de semana para as ocorrências de crimes contra o patrimônio - como roubos e furtos - e para as brigas e discussões, as chamadas "desinteligências". "Há casos em que é necessário até enviar a Tropa de Choque para resolver o problema", diz o chefe do plantão noturno do Centro de Operações, capitão Caio Grimaldi Desbrousses.
Periferia. As zonas leste e sul respondem por 60% dos chamados contra o barulho. Igrejas e bares com alvarás, como os da Vila Madalena, na zona oeste, por exemplo, quase não causam problemas à PM. "Moradores de lá sabem que devem reclamar para o Psiu (Programa de Silêncio Urbano, da Prefeitura)", afirma o major. É a cidade clandestina, portanto, que mais incomoda. E na periferia da cidade o problema do barulho vira praga urbana. No Jardim Elisa Maria, zona norte, por exemplo, quase todo fim de semana tem reclamação. E é sempre preciso reforçar a equipe para a PM impor silêncio no conjunto Promorar, na Rua Clara Nunes. Ali, quando uma viatura chega sozinha, é apedrejada. "Multar bares com alvará é fácil", diz Puosso. "Agora, como fechar uma festa na periferia ou um boteco sem alvará?"
Matéria retirada do site do Estadão: http://bit.ly/d2sxIJ

Polícia já estuda criação de um ''batalhão do ruído''


Ideia foi discutida com a Prefeitura e prevê, entre outras coisas, a aplicação de multas contra infratores no momento do flagrante

FILIPE VILICIC e MARCELO GODOY - O Estado de S.Paulo

Um batalhão de policiais militares equipados com decibelímetros pode ajudar a resolver o problema do barulho em São Paulo. Eles flagrariam os infratores e aplicariam a multa na hora, com base no Código de Trânsito Brasileiro ou na legislação municipal que regula a poluição sonora. A medida ainda é apenas uma ideia, mas já foi discutida pelo Comando da Polícia Militar com a Prefeitura. O modelo a ser seguido seria o do policiamento de trânsito ou o da repressão aos camelôs ilegais.
A PM aguarda a homologação pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) de decibelímetros para passar a multar já os carros que fazem muito barulho. Nesse caso, a medida atingiria em cheio quem para o veículo na rua, abre as portas e liga o som no último volume. Esse costume é motivo de 35,5% das reclamações por barulho feitas ao 190.
Atualmente, essa fiscalização é feita pelo Programa de Silêncio Urbano (Psiu), que nos últimos dois anos recebeu 75,7 mil chamados e atendeu 69 mil reclamações. Mas, como os fiscais da Prefeitura nem sempre vão na hora verificar barulho, a reclamação sobra para a PM, que só em 2009 teve de atender 255.646 casos.
Ocorrências. Após o chamado, costuma existir uma espera - emergências têm prioridade e os PMs só vão atrás do barulho quando não há nada mais importante para atender. Além disso, a maioria das queixas não dá em nada. Isso porque os incomodados teriam de ir até a delegacia registrar a reclamação, na frente do vizinho barulhento, para existir algum tipo de punição. Mas, como a maioria não quer prestar queixa na delegacia, sobra à PM pouca coisa para fazer além de pedir para abaixar o som. Em apenas 649 casos dos 255 mil atendidos em 2009 pela PM - 0,25% do total -, a vítima do barulho foi à delegacia.
Além de não querer ser o chato da vizinhança nem sofrer represálias, a vítima de barulho tem outra razão para não aparecer: a pena é ínfima. Quando é possível comprovar a infração, o acusado costuma ter o processo suspenso em troca de cestas básicas. "Mas é preciso também dizer que há os que reclamam de barulho até de fogos de artifício no ano-novo", diz o major, referindo-se aos exageros.
A quantidade de chamados para casos não graves deixa o 190 tão atarefado que a PM estuda a criação de um novo número só para atendê-los. Seria uma espécie de 190 do que não é urgente, como discussões de vizinhos, brigas de marido e mulher, barulho, perda de documento, furto etc. A ideia é que o atual 190 atenda só emergências, como ocorre com o 911 nos Estados Unidos. "Há quem, na melhor das intenções, ligue para o 190 para desejar Feliz Natal. Nós agradecemos, mas esta não é chamada de emergência", disse o major.
O 190 atende 35 mil chamados diários em média de segunda a quinta - e cerca de 30 mil nos fins de semana. O chamado auxílio ao público - informações, por exemplo - representa cerca de 20 mil deles. Trotes chegam a 5 mil por dia e 6,9 mil telefonemas durante a semana provocam o envio de viatura da PM a um local de crime ou contravenção. De sexta a domingo esse número cai para 5,5 mil.
Matéria retirada do site do Estadão: http://bit.ly/cGiSAC

quinta-feira, 10 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Cidadãos em ação

Repórter: Fernanda Azevedo Matéria exibida em 31/05/2010

Exemplos de cidadania. Cansados de esperar pela ação voluntária do Governo, moradores de São Paulo vão à luta para melhorar a região em que vivem. Uns decidem colocar a mão na massa. Outros criam formas de pegar no pé das autoridades e transformar promessa em ação.
Matéria retirada da página da TV Gazeta/São Paulo no You tube: http://bit.ly/dmMffo

sábado, 29 de maio de 2010

Ação de ‘padrinho’ do Adote um Vereador em destaque

Matéria: Rodrigo Burgarelli, O Estado de S. Paulo
Foto: Epitácio Pessoa

Em reportagem sobre o uso do Twitter pelos vereadores de São Paulo, motivada por levantamento feito pelo cidadão Cláudio Vieira, do Adote um Vereador e postado aqui no blog, o jornal O Estado de São Paulo destacou, na edição de hoje, duas ações relacionadas ao Adote um Vereador.

A primeira delas, com direito a foto e pose de galã mal-encarado (quem não te conhece, te compra – diria minha mãe), chama atenção para o trabalho realizado pelo Cláudio que mantém cinco blogs e três contas no Twitter, a principal delas @AlmirVieira. Com isto, não apenas fiscaliza o vereador Marco Aurélio Cunha (DEM) (veja o blog) como também publica mensagens não respondidas por agentes públicos (parlamentares, secretários, subprefeitos …). Consegue, ainda, fazer reivindicações e reclamações com sucesso em alguns casos.

Cláudio está no Adote um Vereador desde os primeiros minutos de jogo, comprou a ideia e passou a incentivar outras pessoas a seguirem os parlamentares. É dos mais frequentes nos encontros mensais que costumam ocorrer no Centro Cultural São Paulo. Assim como ele, há uma turma bastante efetiva que se mobiliza, se organiza, lança propostas e dá a cara para bater. Gente que acredita no papel de cidadão. Me orgulho de vê-los atuando.

Falei que o jornal trouxe duas das ações do Adote em destaque. Sobre a segunda, o site que organiza e torna claras as informações sobre prestação de contas dos gabinetes dos vereadores de São Paulo, vou postar em seguida.
Matéria retirada do Blog do Milton Jung: http://bit.ly/cSDAd3

quarta-feira, 31 de março de 2010

Plano Diretor Estratégico


Vereadores e sua opinião via twitter sobre a revisão do Plano Diretor estratégico (PDE)

Perguntei no TWITTER para os senhores(as) Vereadores(as) assim:

-O senhor(a) é à favor da revisão do Plano Diretor estratégico?

1- Vereador Chico Macena PT/SP
@chicomacena para @AlmirVieira Deve ser votado na CMSP, mas no texto que está meu voto é contra.
@chicomacena para @AlmirVieira Veja meu posicionamento contra a proposta atual de revisão do PDE http://migre.me/s94Q
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2- Vereador Carlos Bezerra PSDB/SP
@CarlosBezerraJr para @AlmirVieira Sou a favor da votação da revisão do PDE
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3- Vereador Netinho de Paula PCdoB/SP
@ netinhocohab2 para @AlmirVieira Em algum momento, o PDE terá que ser votado. Por lei, esta revisão já deveria ter sido feita. Precisamos acertar algumas
@netinhocohab2 para @AlmirVieira questões, ainda. Mas, esta é uma discussão importante. O ordenamento urbano depende disso! Abs.
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4- Vereador Donato PT/SP
@VereadorDonato para @AlmirVieira Não. O relatório revoga o atual PDE
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5- Vereador Floriano Pesar PSDB/SP
@Floriano45 para @AlmirVieira A principio sim. Ja era previsto. A dinamica da cidade impoe.
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Vamos le lo atentamente.Mandei mensagem pelo twitter para 33 vereadores, até a publicação desse artigo, apenas 5 responderam.
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sexta-feira, 26 de março de 2010

Blog reúne mensagens não respondidas

Tem gente que gosta de arrumar sarna pra se coçar. O Cláudio Vieira que já foi citado mais de uma vez aqui no blog é um desses. Participa do Adote um Vereador de olho do Marco Aurélio Cunha, controla o cumprimento do horário de coleta de lixo da Loga, participa das reuniões do Conseg da região dele e, por e-mail, abriu diálogo com a Subprefeitura do Butantã.


Inventou mais uma: abriu um blog onde vai reunir mensagens não respondidas. Mandou e-mail para um vereador e não teve resposta, vai para o blog. Enviou recado para algum órgão da prefeitura e ficou por isso mesmo, vai para o blog. Pretendia tirar dúvidas com alguma entidade e nada acontecer, vai para o blog, também.

E o blog está aberto para qualquer pessoa que não teve sua mensagem respondida. Portanto, se por acaso você está com dificuldade para se comunicar por e-mail com alguém, registra sua bronca lá no blog enderecoseletronicos.blogspot.com

Matéria retirada do Blog do Milton Jung: http://bit.ly/bZvgtA

quarta-feira, 17 de março de 2010

Decreto Nº50.786, de 12 de Outubro de 2009

DECRETO Nº 50.786, DE 12 DE AGOSTO DE 2009

AUTORIZA, EM CARÁTER EXCEPCIONAL, AS SUBPREFEITURAS QUE ESPECIFICA A EXERCEREM A AÇÃO FISCALIZATÓRIA RELATIVA AO CUMPRIMENTO DA LEI Nº 12.879, 13 DE JULHO DE 1999, CONCORRENTEMENTE E SOB A COORDENAÇÃO E SUPERVISÃO DA DIVISÃO TÉCNICA DE FISCALIZAÇÃO DO SILÊNCIO URBANO, DA SECRETARIA MUNICIPAL DE COORDENAÇÃO DAS SUBPREFEITURAS.

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, CONSIDERANDO a necessidade de incremento das ações fiscalizatórias nas regiões abrangidas pelas Subprefeituras da Sé, da Penha, de M´Boi Mirim, de São Mateus, de Campo Limpo, de Jaçanã/Tremembé e de Cidade Tiradentes, relativas ao cumprimento do disposto na Lei nº 12.879, de 13 de julho de 1999, que dispõe sobre o horário de funcionamento dos bares na Cidade de São Paulo, DECRETA:

Art. 1º Ficam autorizadas as Subprefeituras da Sé, da Penha, de M´Boi Mirim, de São Mateus, de Campo Limpo, de Jaçanã/Tremembé e de Cidade Tiradentes, em caráter excepcional, a exercerem a ação fiscalizatória relativa ao cumprimento da Lei nº 12.879, de 13 de julho de 1999, que dispõe sobre o horário de funcionamento dos bares na Cidade de São Paulo.

Parágrafo Único - A ação fiscalizatória a que se refere o "caput" deste artigo será exercida sem prejuízo das demais atribuições a cargo das Subprefeituras, concorrentemente e sob a coordenação e supervisão da Divisão Técnica de Fiscalização do Silêncio Urbano, da Supervisão Geral de Uso e Ocupação do Solo, da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras, que será responsável pela programação dos "comandos" e pelo controle e execução das ações fiscalizatórias a serem desenvolvidas pelos agentes das Subprefeituras.

Art. 2º A autorização prevista neste decreto vigorará pelo prazo de 30 (trinta) dias contados da data de sua publicação, que poderá ser prorrogado, por igual período, mediante portaria do Secretário Municipal de Coordenação das Subprefeituras.

Art. 3º Sem prejuízo da imediata aplicação do disposto neste decreto, o Secretário Municipal de Coordenação das Subprefeituras poderá estabelecer, mediante portaria, normas complementares destinadas ao seu cumprimento.

Art. 4º As despesas com a execução deste decreto correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 5º Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação, mantidas as disposições previstas no Decreto nº 45.729, de 22 de fevereiro de 2005.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 12 de agosto de 2009, 456º da fundação de São Paulo.

GILBERTO KASSAB, PREFEITO
ANGELO ANDREA MATARAZZO, Secretário Municipal de Coordenação das Subprefeituras

Publicado na Secretaria do Governo Municipal, em 12 de agosto de 2009.
CLOVIS DE BARROS CARVALHO, Secretário do Governo Municipal
DATA DE PUBLICAÇÃO: 13/08/2009

LEI Nº 12.879, 13 DE JULHO DE 1999


Lei Ordinária de São Paulo-SP, nº 12879 de 13/07/1999

LEI Nº 12.879, 13 DE JULHO DE 1999 DISPÕE SOBRE O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS BARES NA CIDADE DE SÃO PAULO.
(Projeto de Lei nº 396/96, do Vereador Jooji Hato - PMDB)

CELSO PITTA, Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei. Faz saber que a Câmara Municipal, em sessão de 22 de junho de 1999, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º - Fica determinado que todos os bares da Cidade de São Paulo não poderão funcionar após uma hora da manhã, tendo o horário previsto para o início de suas atividades fixado à critério próprio, não antes das 5 horas da manhã.

§ 1º - Ficam sujeitos ao horário fixado neste artigo os estabelecimentos comerciais que funcionem de portas abertas, sem isolamento acústico, sem estacionamento e funcionários destinados à segurança e ainda aqueles que atrapalhem o sossego público.

§ 2º - Não estão sujeitos ao horário fixado no "caput" deste artigo os bares de hotéis, "flats", clubes, associações e hospitais.

§ 3º - O período de funcionamento fixado no "caput" deste artigo é considerado como horário normal de funcionamento.

Art. 2º - O estabelecimento que venha a ter comprovação, pela autoridade policial ou municipal competente, da prática ou exercício de atividades ilegais, em suas dependências, terá suas atividades suspensas pela Prefeitura do Município de São Paulo e responderá em juízo sob as penalidades da lei.

Art. 3º - É proibido fora do horário normal:

a) praticar ato de compra e venda;
b) manter abertas ou semicerradas as portas do estabelecimento, ainda que dêem acesso ao interior do prédio e este sirva de residência ao responsável;
c) manter iluminação dentro do bar, salvo quando o interior do mesmo puder ser examinado visualmente por quem se achar do lado de fora.

Parágrafo Único - Não se considera infração a abertura de estabelecimento para lavagem ou limpeza, ou quando o responsável não tendo outro meio de se comunicar com a rua, conservar aberta uma das portas para o efeito de embarque e desembarque de mercadorias, durante o tempo estritamente necessário à efetivação dos mencionados atos.

Art. 4º - Os infratores dos dispositivos desta legislação estão sujeitos às seguintes penalidades: a) multa de 300 UFMs na primeira autuação;
b) fechamento administrativo com a lacração de todas as entradas, na segunda autuação.

Parágrafo Único - Desrespeitado o fechamento administrativo, será solicitado auxílio policial para exigir o cumprimento da penalidade administrativa e providenciará o boletim de ocorrência com base no artigo 330 do Código Penal, nos termos desta lei.

Art. 5º - As despesas decorrentes da aplicação desta lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 6º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 13 de julho de 1999, 446º da fundação de São Paulo.
CELSO PITTA, PREFEITO DATA DE PUBLICAÇÃO: 14/07/1999

Câmara reduz multa e afrouxa a lei do Psiu em São Paulo

17/03/2010 - 08h55
EVANDRO SPINELLI da Folha de S.Paulo
A lei do Psiu praticamente não existe mais em São Paulo. Desde ontem (16), a aplicação das regras do Programa de Silêncio Urbano ficou inviável com a entrada em vigor de uma nova lei. Aprovada pela Câmara, ela amplia prazos, reduz o valor da multa, acaba com a denúncia anônima e exige que a fiscalização seja feita na casa do vizinho do local barulhento.

A interdição de um estabelecimento que extrapolasse os limites de ruído levava até três meses; agora, vai demorar ao menos um ano.

Além disso, a fiscalização vai colocar juntos, na hora da medição do barulho, o dono do estabelecimento denunciado, o vizinho denunciante, o fiscal e outras testemunhas --todos dentro da casa do "reclamão".

Até então, a medição do nível de ruído era feita na porta do estabelecimento --um restaurante,

uma igreja ou um salão de festas, por exemplo-- e não era necessária a presença do denunciante. Na maior parte dos casos eram denúncias anônimas, segundo a Folha apurou. A lei que obriga o fechamento à 1h de bares sem isolamento acústico, estacionamento e segurança não foi alterada.

O autor da "lei do barulho" é o vereador Carlos Apolinário (DEM), que há anos tenta evitar que as igrejas sejam alvos do Psiu. Chegou a aprovar uma lei com regras diferentes para os templos religiosos, mas o Ministério Público a derrubou na Justiça. Agora, aprovou nova lei, que atinge todos os locais de reunião, não só as igrejas.

Veto

O projeto foi vetado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) no ano passado, mas a Câmara derrubou o veto na semana passada, e a lei entrou em vigor ontem, com a publicação no "Diário Oficial" da Cidade.

"Hoje, o fiscal não vai ao lugar para orientar, vai para multar. É uma indústria da multa. Se tinham esse instrumento em mãos e a gente sabe que São Paulo é a capital do barulho, é porque alguma coisa estava errada", disse Apolinário, líder da bancada do partido do prefeito.

Ele diz não querer reclamar de perseguição às igrejas evangélicas para não ser chamado de fanático, mas afirma que os fiscais chegavam aos templos, mediam o volume de barulho dentro do salão, às vezes ao lado da caixa de som, e aplicavam multas que chegavam a R$ 17 mil --agora, o limite é de R$ 8.000 para locais de reunião com capacidade para mais de 5.000 pessoas.

"Se você mede o barulho do lado de dentro do local da reunião, nem festa de aniversário vai poder ter mais. Na Câmara, se você for medir, fecha a Câmara. Leva o meu aparelho de medir o barulho aí na redação da Folha na hora do fechamento e você vai ver que passa muito do limite", disse Apolinário.

A Prefeitura de São Paulo não se manifestou.

Matéria retirada do site da FOLHA: http://bit.ly/a76gPw

sábado, 13 de março de 2010

Câmera Record flagra a falta de cidadania do brasileiro

Parar em vaga para idoso e beber antes de dirigir são algumas das infrações

Do R7

O programa Câmera Record desta sexta (12) fez um teste de cidadania para saber se o brasileiro é uma pessoa solidária e preocupada com o próximo. Cidadania, tolerância e ética foram alguns dos temas abordados.

A reportagem mostrou que a falta de educação e solidariedade da população e o descaso do poder público ainda reinam nas grandes cidades do país.

Conheça o dia a dia de cadeirantes e cegos na cidade de São Paulo. Veja como é difícil para essas pessoas se locomover em uma cidade que investe quase nada em mecanismos para ajudá-las. O programa flagra um cadeirante que não consegue pagar suas contas em um banco porque é necessário subir escadas.

Além da falta de solidariedade, o Câmera Record mostra a falta de educação de “cidadãos” que param em vaga de idosos e deficientes, não recolhem a sujeira de seus bichos de estimação, jogam lixo na rua e dirigem depois de consumir bebidas alcoólicas.

Clique aqui e faça um teste para saber se você é um bom cidadão.

Matéria retirada do Portal R7 no link: http://bit.ly/cd13ON

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

GASTOS DOS GABINETES EM 2009 NA CMSP

O Adote um Vereador/SP está colocando abaixo os gastos anuais dos gabinetes dos vereadores para um olhar do cidadão.
Lembrando que esses valores são apenas de verba indenizatória!

Para o conhecimento detalhado dos gastos mês à mês, façam uma visita ao site da CMSP na coluna Prestação de Contas, onde mostra tudo que o gabinete gastou durante o ano discriminadamente.

Site: http://www.camara.sp.gov.br/cr0309_net/forms/frmPrincipal.aspx

Faço aqui e via twitter, uma provocação sadia, onde cada cidadão paulistano deve olhar os gastos e dizer se (os vereadores) gastaram muito ou pouco.

Se gastou muito mas gastou bem;
Se gastou muito e gastou mau;
Se gastou pouco produzindo bem;
Se gastou pouco e produziu mau.

Veja seu representante abaixo e fique à vontade para fazer seus comentários.

VEREADOR ABOU ANNI

Partido Verde (PV)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 140.004,38

VEREADOR ADILSON AMADEU

Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 164.392,60

VEREADOR ADOLFO QUINTAS

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 158.488,71

VEREADOR AGNALDO TIMÓTEO

Partido da República (PR)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 178.146,91

VEREADOR ALFREDINHO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 176.848,54

VEREADOR ANTONIO CARLOS RODRIGUES

Partido da República (PR)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 101.611,09



VEREADOR ARSELINO TATTO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 101.175,29

VEREADOR ATÍLIO FRANCISCO

Partido Republicano Brasileiro (PRB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 144.317,24

VEREADOR AURÉLIO MIGUEL

Partido da República (PR)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 73.476,78

VEREADOR CARLOS ALBERTO BEZERRA JR.

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 176.201,23

VEREADOR CARLOS APOLINÁRIO

Democratas (DEMOCRATAS)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 14.387,16

VEREADOR CELSO JATENE

Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 60.777,98

VEREADOR CHICO MACENA

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 132.142,62

VEREADOR CLAUDINHO

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 127.329,98

VEREADOR CLÁUDIO FONSECA

Partido Popular Socialista (PPS)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 32.659,58

VEREADOR CLÁUDIO PRADO

Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 165.857,11

VEREADOR DALTON SILVANO

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 162.255,86

VEREADOR DOMINGOS DISSEI

Democratas (DEMOCRATAS)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 148.593,80
Total gasto no ano de 2009
R$ 89.718,81

VEREADOR DONATO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 130.977,72

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

VEREADOR ELISEU GABRIEL

Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 178.290,62

VEREADOR FLORIANO PESARO

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 177.069,69

VEREADOR FRANCISCO CHAGAS

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 167.202,30

VEREADOR GABRIEL CHALITA

Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 138.857,97

VEREADOR GILSON BARRETO

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizadono ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 174.453,34

VEREADOR GOULART

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 114.225,07

VEREADOR ITALO CARDOSO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 100.049,32

VEREADOR JAMIL MURAD

Partido Comunista do Brasil (PC do B)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 165.665,46

VEREADOR JOÃO ANTONIO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 164.165,50

VEREADOR JOOGI HATO

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 169.946,63

VEREADOR JOSÉ AMÉRICO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 147.047,46

VEREADOR JOSÉ OLÍMPIO

Partido Progressista (PP)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 113.635,01

VEREADOR JOSÉ POLICE NETO

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 43.458,43

VEREADORA JULIANA CARDOSO

Partido dos Trabalhadores (PT)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 141.364,02

VEREADOR JUSCELINO GADELHA

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 137.986,21

VEREADORA MARA GABRILLI

Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 137.302,81

VEREADOR MARCELO AGUIAR

Partido Social Cristão (PSC)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 177.693,72

VEREADOR MARCO AURÉLIO CUNHA

Democratas (DEMOCRATAS)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 163.453,18
Total gasto no ano de 2009
R$ 55.188,89

VEREADORA MARTA COSTA

Democratas (DEMOCRATAS)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 156.223,41

VEREADOR MILTON FERREIRA

Partido Popular Socialista (PPS)
Valor Disponibilizado no ano de 2009
R$ 178.312,56
Total gasto no ano de 2009
R$ 172.150,75